Sobre

MINHA HISTÓRIA

Medicina, Neurocirurgia e Neurorradiologia

Sou médico, neurocirurgião, formado na Fundação Benjamim Guimarães (Hospital da Baleia) e Neurorradiologista intervencionista pelo Instituto Neurovascular / Hospital das Clínicas da UFMG, ambos em Belo Horizonte – MG. Após os meus 7 anos de residência, continuei minha graduação e fui fellowship no Toronto Western Hospital, no Canadá e em seguida na Fundação Rothschild de Paris, na França.

Hoje sou membro titular da SBN – Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e da SBNR – Sociedade Brasileira de Neurorradiologia Diagnóstica e Terapêutica, além de preceptor de residência médica do Hospital Biocor em Belo Horizonte e Coordenador dos Serviços de Neurorradiologia Intervencionista dos Hospitais São João de Deus e Santa Mônica, em Divinópolis e no Hospital São Judas Tadeu, Santa Casa de Oliveira.

Minhas áreas de maior atuação

Microcirurgia clipagem de aneurismas cerebrais, ressecções de malformações arteriovenosas cerebrais ou medulares (MAV) e outros

Neurocirurgia Vascular

Tratamento de estenose de carótida (angioplastia com implante de stent), estenoses de vasos cervicais, doenças ateroscleróticas intracraniana

Neurocirurgia Endovascular

Embolização de aneurisma cerebral, malformação arteriovenosa cerebral ou medular, Tratamento do AVC, Embolizações de Epistaxe

Procedimentos Minimamente Invasivos

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Para muitos que solicitaram por direct,
segue o link da aula (aberta) de hoje, via plataforma meet! 📚🧠✅

https://meet.google.com/xfw-fwqx-wmp

** Agradeço novamente o convite do colega e amigo neurocirurgião Prof. Baroni e equipe da LIANN.. Poços de Caldas- MG .. e parabenizo a inciativa de treinamento dos jovens médicos, em relação a importância dos cuidados e manejo precoce do AVC !! #stroke #todoscontraoavc
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Sim!! ✅🧠

Sobretudo quando os aneurismas são diagnosticados precocemente e submetidos a tratamentos eletivos, com mais segurança e efetividade. Nesse contexto, os estudos mostram superioridade nas taxas de oclusões dos aneurismas não rotos, em comparação com aqueles aneurismas que são tratados de urgência, após sua ruptura.

Outra questão importante e vale ressaltar, é a história na família de ruptura aneurismática. Essa condição, aumenta sobremaneira as chances de um evento hemorrágico, em pacientes portadores dessas lesões e que estão sendo acompanhados de forma conservadora. Portanto , se tiverem critérios para tratamento, estes pacientes devem ser priorizados.

Procure sempre fazer uma avaliação com médico especialista e neurocirurgião capacitado na condução dessa patologia, isso é muito importante na obtenção do sucesso terapêutico.

Dr. Luiz Venâncio - Neurocirurgião
CRM-MG 50.106
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“Sempre dê o seu melhor e tente encontrar maneiras de fazer um trabalho ainda melhor.“

#neurosurgery #neurointervencional #drluizvenancio #neurotech ▶️🧠
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🧠➰Quando usar Stent intracraniano e micromolas? Apenas micromolas? Ou apenas o stent no tratamento dos aneurismas cerebrais?

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A embolização de aneurisma é um procedimento cirúrgico realizado em sala de hemodinâmica, que consiste em ocluir seletivamente a dilatação aneurismática com molas de platina, sendo que em alguns casos além das micromolas, são utilizados Stent (isolados ou não) e ou balão de remodelagem.

A grande maioria dos casos de aneurismas rotos, a embolização é realizada utilizando um “microcateter- balão” para remodelamento do colo do aneurisma.. dispositivo imprescindível para agregar segurança ao procedimento em eventuais rupturas e além disso, ajudando na acomodação das micromolas. Já os aneurismas nao rotos, para selecionarmos casos em que há ou não necessidade de uso do stent, levamos em consideração basicamente o tamanho do colo (“pescoço”) do aneurisma…quanto mais largo o colo, ou seja, quando há uma desproporção grande entre o tamanho do saco aneurismatico em relação à sua base, deve-se associar o uso do stent, servindo de sustentação e evitando a herniação (ou saída) das micromolas do interior do aneurisma.

Habitualmente não usamos stents na fase aguda da doença(em vigência de hemorragias cerebrais) pelo risco relacionado ao uso de antiagregantes plaquetários nessa fase, indispensáveis para o implante do stent. Situações exclusivas como aneurismas “blister” ou fusiformes em que não é possível a embolização seletiva apenas com micromolas, podemos utilizar sim os stents (sobretudo o “stent diversor de fluxo”) para tratamento do aneurisma também em fase aguda.

Dr. Luiz Venâncio - Neurocirurgião
CRM-MG 50.106
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